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Valadão é contra aborto em menina de 11 anos: “Eu iria cuidar”


O caso de uma menina de 11 anos, de Santa Catarina, que engravidou e já está com 5 meses de gestação, foi comentado pelo pastor e cantor André Valadão, através das redes sociais. O líder religioso se posicionou contra o aborto recomendado pelo Ministério Público Federal.

O MPF recomendou o aborto alegando risco de vida para a criança, bem como pela natureza da gestação, neste caso, fruto de um estupro. Para Valadão, no entanto, a criança gerada no útero materno também é uma vítima da situação, motivo pelo qual merece proteção.

“Não é porque a criança tem 11 anos que o bebê deixa de ser um ser humano”, afirmou Valadão ao ser questionado por seguidores em sua rede social. “Se fosse minha filha eu iria cuidar dela nas questões psicológicas e psiquiátricas e nós nunca iríamos abortar o bebê, em hipótese alguma.”

Estuprador de 13 anos?

Passou a circular nas redes sociais, também, a notícia de que a menina de 11 anos teria sido estuprada pelo filho do seu padrasto, um garoto de 13 anos, o qual viveria na mesma casa com a criança.

O deputado federal Carlos Jordy divulgou essa informação, alegando que, em função disso, a legalidade do aborto em razão do estupro pode ser contestada, devido à idade dos envolvidos no caso.

“Segundo o Delegado [do caso], quem engravidou a menina foi o filho de 13 anos do padrasto, o q muda tudo, pois ele é INIMPUTÁVEL, não sendo caso de aborto c/ extinção de punibilidade”, afirmou o deputado em sua rede social.

Jordy também argumentou que o Ministério da Saúde possui uma norma técnica que não recomenda a prática do aborto após 20 semanas de gestação. A deputada estadual de Santa Catarina, Ana Campagnolo, também lembrou que o procedimento pode ser traumático.

“Todos precisam saber que após um aborto, seja legal ou não, a menina passaria em um processo para expulsar do seu corpo um bebê que foi propositalmente esmagado, envenenado ou estripado”, disse a deputada.

“As pessoas realmente sabem como é feito o aborto? Por que preferir o trauma do parto de um bebê morto ao parto de um bebê vivo? Por que escolher a morte e não a vida depois que tantas coisas ruins já aconteceram?”, questionou Campagnolo nas redes sociais.





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