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Presidente da bancada evangélica é contra aborto em menina de 11 anos


O deputado federal Sóstenes Cavalcanti (PL-RJ), presidente da Frente Parlamentar Evangélica na Câmara dos Deputados, comentou sobre o polêmico caso de uma menina de 11 anos, grávida, que está sendo alvo de especulações envolvendo uma possível decisão em favor do aborto.

Para Sóstenes, apesar da gravidez ter sido o resultado de um estupro, o a vida do bebê gerado deve ser preservada. “Nosso olhar é sempre pela vida da criança que está para nascer. A gente respeita a legislação, mas nunca se pode aceitar o aborto, mesmo sabendo dos riscos”, disse ele, segundo o jornalista Lauro Jardim.

O caso da menina de 11 anos grávida ganhou repercussão nacional, após a juíza Joana Riberio Zimmer, responsável pelo caso, determinar o acolhimento da criança em um abrigo, supostamente para tentar evitar que ela praticasse o aborto.

Contudo, o Hospital Universitário de Florianópolis, onde a criança foi inicialmente atendida, também entendeu que devido ao estágio avançado da gestação (22 semanas, o que significa 5 meses), o aborto não seria recomendado.

“Logo, não se impediu o aborto da menina porque, passado o prazo legal e também o tamanho adequado do bebê, o que foi impedido por esse juízo foi o cumprimento de uma ordem que já não era mais de aborto e só não foi cumprida porque a menina estava institucionalizada [internada em um abrigo] pois, se estivesse com a mãe, teria sido realizado o procedimento sem a salvaguarda da vida do bebê”, argumentou a juíza do caso.

No Brasil, o aborto só é permitido nos casos de estupro, risco de vida para a mãe e de bebês anencefálicos, motivo pelo qual defensores do direito à prática alegam que a menina deveria realizar o procedimento, independentemente do período de gestação.

Contrários ao aborto, contudo, também argumentam que o bebê resultante do estupro é apenas mais uma vítima da prática criminosa, a qual também carece de proteção. Para o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-RJ), por exemplo, a criança pode ser encaminhada para adoção.

“O bebê poderia ser entregue para adoção, algo muito mais civilizado do que condená-lo a (sic) pena de morte sem ter culpa de nada”, disse ele em uma publicação feita nas redes sociais. Veja:





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