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Pastor acusado de abusar do filho é inocentado e recebe indenização


Um pastor brasileiro que imigrou para os Estados Unidos anos atrás conseguiu uma importante vitória na Justiça após ser inocentado da acusação feita por sua ex-mulher de que teria abusado sexualmente do filho.

O pastor de 46 anos, natural de Pilar de Goiás, teve sua identidade mantida em sigilo. Ele também ganhou direito a uma indenização milionária contra jornais que noticiaram a acusação como fato consumado.

Os problemas na vida do pastor começaram em 2011, quando foi preso duas vezes acusado pela então esposa de violência doméstica. Na primeira, ele não recorreu à Justiça e aceitou ser liberado sob condicional. Na segunda, a Polícia o liberou por falta de provas.

Em 2013 o casamento chegou ao fim, após rupturas e reconciliações. Três anos depois, o pastor se casou novamente, e sua ex-mulher também se casou com outro homem, e a disputa pela guarda do filho que tiveram quando eram um casal, se intensificou.

Em 2018, o menino se queixou com as professoras na escola onde estudava, alegando que sofria abusos sexuais do pai. Uma acusação formal foi feita em 21 de junho, mas 20 dias depois a Justiça concluiu que não haviam provas suficientes para que o caso fosse levado adiante.

Em dezembro do mesmo ano, a Polícia foi novamente acionada pela escola onde o menino estudava, e a conselheira relatou às autoridades que o menino dizia ter sido ameaçado de morte pela mãe caso ele não contasse às professoras que seu pai o tocava de “maneira inapropriada”.

No ano seguinte, a Justiça de Massachusetts chegou à conclusão de que a mãe da criança “fazia campanha” contra o ex-marido, o que a levou, meses mais tarde, a desistir da guarda da criança e também do poder familiar da criança, de acordo com informações do Yahoo!

Na desistência da guarda, ela alegou que não possuía dinheiro para suas despesas ou para visitar o filho, já que havia se mudado de Massachussetts para a Flórida, estado que também é reduto de brasileiros.

Indenização

O pastor, enquanto disputava a guarda do filho e se defendida das acusações de abuso sexual feitas pela ex-mulher, moveu processos contra dois jornais voltados ao público brasileiro que vive na região de Boston, por conta da maneira como eles repercutiram as acusações contra ele.

Os jornais The Brazilian Times noticiou que o pastor tinha sido preso por abusar sexualmente do filho, enquanto o Negócio Fechado também noticiou o suposto crime sem ouvir o acusado, segundo informações do Diário do Estado.

Determinado a preservar sua honra, o pastor – que também é empresário – manteve o processo contra os jornais por difamação ao longo dos anos, e agora, o juiz Thomas Barbar, do Tribunal Superior de Middlesex chegou a uma sentença, condenando os dois jornais e um jornalista.

A indenização definida pela Justiça é de US$ 540 mil (aproximadamente R$ 2,7 milhões) e deverá ser paga pelos dois jornais, que também deverão publicar retratação sobre o caso.





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