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‘Maior ateu’ assina manifesto contra ideologia de gênero para crianças


Rotulado como o “ateu mais famoso do mundo”, o biólogo Richard Dawkins se posicionou contra a influência da ideologia de gênero sobre crianças. Ele assinou um manifesto se opondo a cirurgias de redesignação de gênero e bloqueadores da puberdade.

Nas redes sociais, Dawkins pediu a seus seguidores que apoiassem uma declaração condenando a influência do movimento da ideologia de gênero sobre crianças e o uso de bloqueadores da puberdade. No Twitter, ele possui 2,9 milhões de seguidores.

Ele vem se posicionando de maneira crítica à ideologia de gênero nos últimos meses. Em abril deste ano, um questionamento sobre o tema feito pelo biólogo no Twitter levou a American Humanist Association (AHA) a retirar um prêmio que havia concedido a ele 25 anos atrás.

Agora, Dawkins compartilhou um link para a “Declaração sobre os Direitos das Mulheres com Base no Sexo” dizendo ter assinado o manifesto e convidando seus seguidores a acompanha-lo.

O manifesto “desafia a discriminação que vivenciamos com a substituição da categoria de sexo pela de ‘identidade de gênero’” e foi organizado pela Women’s Human Rights Campaign, do Reino Unido, que se autodenomina um “grupo de mulheres voluntárias de todo o mundo dedicado a proteger os direitos das mulheres com base no sexo”.

No texto, o grupo se posiciona contra a realização de cirurgia de redesignação de sexo em crianças ou ao uso de bloqueadores da puberdade em pré-adolescentes e adolescentes, assim como às leis que definem o termo “mãe” para incluir alguém que não seja biologicamente do sexo feminino.

“O conceito de ‘identidade de gênero’ é cada vez mais usado para ‘redesignar o gênero’ de crianças que não se enquadram nos estereótipos sexuais ou que são diagnosticadas com disforia de gênero. As intervenções médicas que apresentam um alto risco de consequências adversas de longo prazo na saúde física ou psicológica de uma criança, como o uso de hormônios supressores da puberdade, hormônios do sexo cruzado e cirurgia, são usadas em crianças que não são competentes em termos de desenvolvimento para dar consentimento total, livre e informado”, acrescenta o texto.

De acordo com informações do portal The Christian Post, o manifesto também expressa o descontentamento com a substituição de “referências à categoria de sexo […] pela linguagem de gênero” em “documentos, estratégias e ações das Nações Unidas”.

Os autores declaram que essas mudanças “geraram confusão que, em última análise, traz o risco de minar a proteção dos direitos humanos das mulheres”: “A confusão entre sexo e ‘gênero’ contribuiu para a crescente aceitabilidade da ideia de ‘identidades de gênero’ inatas e levou à promoção do direito à proteção de tais ‘identidades’, levando à erosão dos ganhos obtidos pelas mulheres ao longo de décadas”.

Até o fechamento desta matéria, a declaração foi assinada por mais de 26.899 pessoas em mais de 153 países, segundo um contador virtual no site da campanha.





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