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Leis sobre “discursos de ódio” estão servindo para perseguir cristãos


A sociedade pós-moderna não tem sido um ambiente acolhedor para os cristãos que prezam pelo correto ensino da Palavra de Deus, segundo o advogado Paul Diamond, que há mais de 30 anos defende casos envolvendo a igreja de Cristo  na Suprema Corte do Reino Unido, assim como na Corte Europeia de Direitos Humanos.

Para Diamond, debates sobre temas atuais, como a questão do “discurso de ódio” e até mesmo sobre a pandemia do novo coronavírus, têm servido para discriminar e perseguir os cristãos.

“Nunca vi o país tão hostil ao cristianismo e também tão dividido em questões como a Covid”, disse ele ao se referir ao Reino Unido, descrevendo a situação como um momento “assustador”.

Infelizmente essa realidade está sendo observada em vários outros países onde o cristianismo, até então, tinha plena liberdade. “Não precisamos ir muito longe para ver como algumas sociedades saíram dos trilhos, então estamos em águas muito agitadas no momento”, disse o advogado.

Um dos elementos descritos por Diamond como preocupante é o avanço de medidas que visam impor o “politicamente correto” na sociedade, uma vez que isso termina suprimindo, por exemplo, os valores cristãos sobre temas como família, sexualidade e religião.

“A Igreja, infelizmente, carece de liderança adequada. Por isso, tem havido essa proliferação de teorias bastante extremas. Quando você olha para a introdução do ensino LGBT para crianças de 3 anos, por exemplo, percebe que isso não é feito por alguma organização internacional secreta. É o nosso próprio governo que está fazendo isso porque acha que é politicamente conveniente e espera ganhar votos”, disse ele.

Nesse contexto, projetos de lei que visam criminalizar o chamado “discurso de ódio” terminam sendo usados contra os cristãos, já que não há definição clara sobre o conceito de “ódio”, o que permite com que isso seja moldado de acordo com a conveniência de grupos e ativistas.

Na prática, significa que os cristãos estão perdendo a liberdade de pregar a Palavra de Deus, por exemplo, uma vez que o ensino sobre o pecado da prática homossexual, por exemplo, ou do aborto, pode ser rotulado como “discurso de ódio” contra o público que defende tais condutas.

“São leis incoerentes. Ninguém sabe realmente o que é um crime de ódio. E as leis não são aplicadas de forma consistente, por isso acabam não abordando os problemas reais, mas apenas criando mais problemas”, disse Diamond, segundo o Christian Today.

“A lei deve ser aplicada de forma neutra e igual a todos. Mas tudo geralmente reflete um enfraquecimento dos fundamentos cristãos de nossa sociedade, pois não há mais acordo sobre o que é certo ou errado”, conclui o advogado. Veja também:

Frase “você precisa de Jesus” passa a ser tratada como discurso de ódio por universidade dos EUA

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