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Conselho de Ética aprova parecer que pediu cassação


O vereador Renato Freitas (PT) sofreu uma derrota na Câmara Municipal de Curitiba (PR) após o Conselho de Ética aprovar o parecer que orientou a cassação de seu mandato após a invasão de uma igreja da cidade, em fevereiro deste ano.

Na ocasião, Renato Freitas liderou um grupo de ativistas que invadiu a Igreja Nossa Senhora do Rosário dos Pretos durante uma missa, ignorando o apelo do padre para que respeitasse o ambiente de culto.

O caso chocou cristãos católicos e evangélicos, e a repercussão jogou pressão sobre os vereadores curitibanos. Na última terça-feira, 10 de maio, o Conselho de Ética aprovou o parecer que pediu a cassação do mandato do petista por quebra de decoro parlamentar.

Na votação, foram registrados cinco votos favoráveis à cassação; um sugerindo a suspensão do mandato por seis meses; e outro sugerindo o arquivamento do caso, de acordo com informações do portal Uol.

O processo agora será levado ao plenário da Câmara Municipal, com todos os vereadores votando para decidir se Renato Freitas perde o mandato para o qual foi eleito em 2020 e assumiu em janeiro de 2021. Serão necessários 20 de um total de 38 votos dos parlamentares.

Os advogados do vereador têm, agora, cinco dias úteis para recorrer à Comissão de Constituição e Justiça em relação à decisão do Conselho de Ética. Caso a comissão não acate seu recurso, a Câmara Municipal de Curitiba terá o prazo de três sessões para marcar o julgamento.

Polêmicas

O vereador é conhecido por sua abordagem radical desde que se lançou à política. Em setembro de 2018, quando era candidato a deputado estadual, se envolveu em uma confusão com a Guarda Municipal da capital paranaense por panfletar durante um “racha”.

“Estou sendo preso pela Guarda Municipal, fui baleado duas vezes por bala de borracha, à queima-roupa […] Eu não falei nada, só falei que estava panfletando, o cara me deu um tiro à queima-roupa. Eu não entendi porque eles fizeram isso, cara. É muita covardia”, acusou o petista na ocasião.

Na mesma época, foi acusado de distribuir pinos para cocaína junto com seus “santinhos”, que traziam trechos de músicas de RAP e eram enrolados para caberem dentro dos recipientes plásticos comumente usados pelo tráfico de drogas para venderem porções de cocaína.

Por outro lado, o jornalista Reinaldo Bessa, colunista da Gazeta do Povo, descreveu a abordagem incomum a um candidato a um cargo eletivo:

“Renato Freitas, postulante a deputado estadual pelo PT, abordava estudantes em um bar de grande movimento nas proximidades da Reitoria da UFPR na última sexta-feira (31). Até aí, nada demais. O detalhe é que o rapaz distribuía, junto com o santinho, um pequeno frasco de plástico para guardar droga, conhecido como pino para cocaína. Dentro, um papelote enrolado com uma mensagem. A que chegou à coluna dizia: ‘Onde o barato é louco, todo o respeito é pouco. Detentos do Rap’. Ao abordar as pessoas, Freitas dizia: ‘Eu vou te entregar uma verdade’”, relatou.





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