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Com falta de apoio, ‘pastor do PT’ buscará aliança com pastores anônimos


Não tem sido fácil o trabalho de Paulo Marcelo Schallenberger, que está sendo chamado no meio político de ‘pastor do PT’ devido ao seu apoio ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o líder petista que, apesar de já ter sido condenado por corrupção e lavagem de dinheiro, deverá disputar a Presidência da República este ano.

Isso, porque, conselheiro de Lula na comunicação com o público evangélico, Paulo Marcelo tem encontrado dificuldades de emplacar a ideia de que o líder petista pró-direito ao aborto pode ser uma opção moralmente aceitável para os cristãos do país na disputa presidencial.

Diante da resistência da maioria dos evangélicos, o pastor do PT prepara uma série de reuniões visando alçar o apoio de pastores anônimos à campanha da esquerda, segundo informações veiculadas pelo Estadão.

Paulo Marcelo, que já foi preso por porte de drogas e armas, chegou a admitir que as maiores lideranças evangélicas do país apoiam o atual presidente da República, Jair Messias Bolsonaro (PL), motivo pelo qual o investimento em pequenas denominações se tornou a única alternativa.

“Queremos fazer cafés com mil, dois mil pastores anônimos, que têm ministérios independentes em vários lugares do Brasil. Os grandes já estão com o bolsonarismo”, admitiu o pastor do PT.

Alvos da vez

Ainda segundo o Estadão, os pastores da vez na campanha petista são figuras como Abdias Brandão, do Ministério Cura Divina, e Simplício Neto, do Ministério é Tempo de Santificação, que participarão de uma reunião no próximo dia 29 com Geraldo Alckmin, pré-candidato a vice-presidente da República na chapa lulista.

“Chuchu”, como o próprio Partido dos Trabalhadores tem se referido ao ex-tucano Geraldo Alckmin, tem sido visto como uma figura capaz de dialogar com parte dos evangélicos, uma vez que não teria a sua imagem associada à seara de radicalismo da esquerda petista.

O principal trabalho do pastor Paulo Marcelo Schallenberge, que também já chegou a associar igrejas à “milícia digital” e a sugerir estratégia para atrair os evangélicos, consiste em tentar afastar a candidatura de Lula às pautas da esquerda abertamente condenadas pelo cristianismo.

“Os pontos ideológicos são o que eles vão tentar segurar o voto dos evangélicos”, disse o pastor em um áudio vazado. Confira também:

Pastor Paulo Marcelo Schallenberger, pregador do Gideões da Última Hora, é preso por porte de arma e drogas

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