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a nova vítima do ‘ódio do bem’ da patrulha LGBT


A Constituição Federal, em seu artigo 5°, diz que “é livre a manifestação do pensamento”, assim como “é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença”. Mas, será que a patrulha LGBT tem respeitado essas garantias, em matéria de contraditório?

Em poucos dias, dois casos ocorridos no Brasil podem servir para nos dar essa resposta: o primeiro, com a cantora Bruna Karla, chamada de “homofóbica” por se recusar a cantar em um “casamento gay”; e agora com a jogadora da Seleção Brasileira de Vôlei, Tandara Caixeta, também vítima de ataques do “ódio do bem”.

Qual foi o grande “absurdo” cometido por Tandara?

Ela simplesmente comemorou uma decisão da Federação Internacional de Natação, que restringiu a participação de atletas transgêneros em competições femininas. A jogadora defendeu que a mesma decisão deva ser tomada em todos os esportes.

Tandara passou a ser alvo das piores ofensas, incluindo desejos absurdos como o de morte e violência física. Tudo por manifestar a sua opinião. Esse é o retrato fiel do que significa o ativismo LGBT, na prática: uma máquina de ataques, censura e ameaça contra todos que se levantam contra a ditadura ideológica do movimento.

Ativismo não é povo

É importante dizer que o ativismo LGBT não é a mesma coisa que o público LGBT. É por isso que existem muitos homossexuais, trans e outros que não compactuam com esse movimento, pois tudo o que essas pessoas querem é o respeito por suas diferenças, e não a imposição de uma ideologia goela abaixo da sociedade.

O ativismo sexual, por outro lado, é composto por pessoas engajadas numa causa que visa a desconstrução da cultura judaico-cristã, seus valores e heranças. Para isso, alterar todas as estruturas sociais, incluindo a noção das diferenças entre homens e mulheres no esporte, é parte desse processo.

Enquanto o povo real, incluindo parte do público LGBT, não compactua com o “ódio do bem” vomitado contra nós, conservadores e cristãos em geral, o ativismo como causa ideológica segue atacando, ameaçando e censurando os que se posicionam contra as suas intenções, a exemplo de Bruna Karla e Tandara.

Eu, Marisa Lobo, sei bem o que é o ativismo LGBT, porque já fui alvo de vários processos devido à minha luta contra a ideologia de gênero. Apesar disso, continuo aqui, fazendo a minha parte alertando, pois o silêncio é tudo o que eles querem de nós, mas este gostinho eu não darei, jamais!





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